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      <title><![CDATA[]]></title>
      <link>http://trilhasdojequi.webnode.com.br/archive/news/</link>
      <description></description>
      <language>pt</language>
      <pubDate>Sat, 05 May 2012 19:14:00 +0200</pubDate>
      <lastBuildDate>Sat, 05 May 2012 19:14:00 +0200</lastBuildDate>
      <category><![CDATA[O Trekking e suas origens.]]></category>
      <category><![CDATA[FICHA DE INSCRIÇÃO]]></category>
      <category><![CDATA[Blog]]></category>
      <category><![CDATA[Calend&aacute;rio de eventos]]></category>
      <category><![CDATA[Novidades]]></category>
      <category><![CDATA[Ficha de Inscrição]]></category>
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      <webMaster><![CDATA[gleniopedagogia@bol.com.br (gleniopedagogia@bol.com.br)]]></webMaster>
      <item>
         <title><![CDATA[Origens]]></title>
         <link>http://trilhasdojequi.webnode.com.br/news/o-trekking-e-suas-origens/</link>
         <description><![CDATA[
	Trekking é o nome genérico utilizado para designar o esporte enduro a pé de regularidade ou lazer em caminhadas ecológicas.

	&nbsp;

	Enduro a pé de regularidade

	Existe competições O Trekking ou Enduro a pé de regularidade é um esporte constituído de provas onde se devem percorrer trilhas preestabelecidas em planilhas que fornecem informações como figuras representativas sobre o caminho, direções para navegação por bússola, velocidade de caminhada e comprimento dos trechos do percurso. Os...]]></description>
         <pubDate>Sat, 05 May 2012 19:14:00 +0200</pubDate>
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         <category>O Trekking e suas origens.</category>
         <content:encoded><![CDATA[<p>
	<b>Trekking</b> é o nome genérico utilizado para designar o esporte <b>enduro a pé de regularidade</b> ou lazer em <b>caminhadas ecológicas</b>.</p>
<p>
	&nbsp;</p>
<h1>
	<span class="mw-headline" id="Enduro_a_p.C3.A9_de_regularidade">Enduro a pé de regularidade</span></h1>
<p>
	Existe competições O Trekking ou Enduro a pé de regularidade é um esporte constituído de provas onde se devem percorrer <a class="mw-redirect" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Trilhas" title="Trilhas">trilhas</a> preestabelecidas em <a class="new" href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Planilhas&amp;action=edit&amp;redlink=1" title="Planilhas (página não existe)">planilhas</a> que fornecem informações como figuras representativas sobre o caminho, direções para navegação por bússola, <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Velocidade" title="Velocidade">velocidade</a> de caminhada e <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Comprimento" title="Comprimento">comprimento</a> dos trechos do percurso. Os desenhos ajudam a identificar o percurso a ser seguido. Esses desenhos podem representar árvores caídas, cercas, rios, mata-burros, porteiras, construções, etc. A velocidade média em cada trecho geralmente é fornecida em <a class="mw-redirect" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Metros" title="Metros">metros</a> por <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Minuto" title="Minuto">minuto</a> e o <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Comprimento" title="Comprimento">comprimento</a> de cada trecho em metros.</p>
<p>
	As equipes comumente utilizam equipamentos como <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/B%C3%BAssola" title="Bússola">bússola</a>, <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Calculadora" title="Calculadora">calculadora</a>, <a class="mw-redirect" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Palm_top" title="Palm top">Palm top</a>, equipamentos digitais ou mecânicos para contabilizar passos durante a prova e também notebooks. Geralmente proibe-se o uso de equipamentos capazes de medir distâncias como canetas <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Laser" title="Laser">laser</a>, ultra-som, trenas, réguas, GPS, entre outros. Também proibe-se o uso de aparelhos ou recursos de comunicação como telefones celulares, rádio, internet, dentre outros.</p>
<p>
	Para a verificação da regularidade utiliza-se Postos de Controle - também conhecidos como <b>PCs</b> - posicionados aleatoriamente ao longo do percurso. Os postos de controle podem operar de uma das seguintes formas:</p>
<ul>
	<li>
		equipamentos eletrônicos de registro ao quais se conecta um pequeno dispositivo que identifica a equipe (também conhecido como <b>chip</b>) e que permite armazenar informações sobre o desempenho durante a prova. Geralmente o <b>chip</b> é um <a class="mw-redirect" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Pendrive" title="Pendrive">Pendrive</a>, isto é, uma <a class="mw-redirect" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Mem%C3%B3ria_Flash" title="Memória Flash">Memória_Flash</a> que se pode conectar a uma interface <a class="mw-redirect" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/USB" title="USB">USB</a>.</li>
</ul>
<ul>
	<li>
		receptores de <a class="mw-redirect" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/GPS" title="GPS">GPS</a> capazes de registrar o horário de passagem de cada equipe em determinados pontos do percurso.</li>
</ul>
<ul>
	<li>
		organizadores da prova que registram o horário de passagem da equipe. Atualmente em desuso devido ao fato de os recursos eletrônicos permitirem maior imparcialidade no registro e apuração das provas.</li>
</ul>
<p>
	Os PCs podem ser dos seguintes tipos:</p>
<ul>
	<li>
		tempo: registram o horário de passagem da equipe.</li>
	<li>
		virtual: a equipe deve informar a distância entre uma determinada referência do percurso e o ponto onde se encontra este PC.</li>
	<li>
		roteiro: verifica se a equipe cumpriu precisamente o trajeto especificado na planilha</li>
	<li>
		erro: penaliza a equipe que descumprir o percurso informado na planilha</li>
</ul>
<h2>
	<span class="mw-headline" id="Equipes">Equipes</span></h2>
<p>
	As equipes podem ter de 3 até 6 membros que desempenham principalmente, mas não se limitando, a uma das seguintes atividades:</p>
<ul>
	<li>
		<b>Navegação:</b> interpretação e localização das referências informadas na planilha fornecida pela organização.</li>
</ul>
<ul>
	<li>
		<b>Cálculo:</b> realização das contas necessárias para que a equipe se mantenha na velocidade média exigida pela planilha e cronometragem do tempo utilizado para cumprir cada trecho do percurso.</li>
</ul>
<ul>
	<li>
		<b>Contagem de passos:</b> determinação da distância percorrida e da velocidade ideal da caminhada. Também cabe ao contador de passos juntamente com calculista controlar a velocidade das passadas, isto é, a velocidade média.</li>
</ul>
<ul>
	<li>
		<b>Registro de tempo e distância nos postos de controle:</b> marcação do horário em que a equipe está passando pelo PC (PC de tempo) ou da distância medida de determinado percurso (PC virtual). O responsável por essa atividade é geralmente conhecido como chipeiro, pois é quem carrega o chip para o registro junto aos PCs.</li>
</ul>
<h2>
	<span class="mw-headline" id="Apura.C3.A7.C3.A3o_de_resultados">Apuração de resultados</span></h2>
<p>
	A pontuação geralmente é atribuída na forma de pontos cumulativos referentes ao atraso ou adiantamento durante o percurso. Também se atribui pontos pelas marcações indevidas de PCs de erro, pela não marcação de PCs de roteiro ou por medida de distância errônea em PCs virtuais. No Brasil, geralmente penaliza-se com um ponto a cada segundo atrasado e/ou a cada metro a mais ou a menos medido em PCs virtuais ou dois pontos a cada segundo adiantado. Ganha a prova a equipe que ao cumprir corretamente o percurso informado na planilha e no tempo esperado para as velocidades estipuladas, isto é, a equipe que obtiver o mínimo de penalidades.</p>
]]></content:encoded>
      </item>
      <item>
         <title><![CDATA[FICHA DE INSCRIÇÃO]]></title>
         <link>http://trilhasdojequi.webnode.com.br/news/ficha-de-inscri%c3%a7%c3%a3o/</link>
         <description><![CDATA[
	
]]></description>
         <pubDate>Sat, 05 May 2012 19:05:00 +0200</pubDate>
         <guid isPermaLink="true">http://trilhasdojequi.webnode.com.br/news/ficha-de-inscri%c3%a7%c3%a3o/</guid>
         <category>FICHA DE INSCRIÇÃO</category>
         <content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;">
	<img alt="" src="http://files.trilhasdojequi.webnode.com.br/200001730-a7a03a8974/FICHA%20DE%20INSCRI%C3%87%C3%83O.jpg" style="width: 451px; height: 691px;" /></p>
]]></content:encoded>
      </item>
      <item>
         <title><![CDATA[EVENTO]]></title>
         <link>http://trilhasdojequi.webnode.com.br/news/evento/</link>
         <description><![CDATA[&#160;]]></description>
         <pubDate>Mon, 06 Jun 2011 22:16:00 +0200</pubDate>
         <guid isPermaLink="true">http://trilhasdojequi.webnode.com.br/news/evento/</guid>
         <category>Blog</category>
         <content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://files.trilhasdojequi.webnode.com.br/200000890-66d9a67d39/login camisa.jpg" width="500" height="423" alt="" />&#160;</p>]]></content:encoded>
      </item>
      <item>
         <title><![CDATA[ 1ª CAMINHADA TREKKING: ALFERES TIRADENTES NAS TRILHAS DO JEQUITINHONHA]]></title>
         <link>http://trilhasdojequi.webnode.com.br/news/%201%c2%aa%20caminhada%20trekking%3a%20alferes%20tiradentes%20nas%20trilhas%20do%20jequitinhonha/</link>
         <description><![CDATA[&#160;1ª CAMINHADA TREKKING: ALFERES TIRADENTES NAS TRILHAS DO JEQUITINHONHA
REALIZAÇÃO 44º BPM - EQUIPE COORDENAÇÃO 1º TEN GILVAN 2º SGT LIMA E 3º SGT ANTUNES
DIA 07/06/2011
LOCAL: &#160;TRILHA DO JEQUITIBA.&#160;
PERCURSO APROXIMADO: 15 KM
EQUIPES PARTICIPANTES 12 EQUIPES.&#160;
PREMIAÇÃO:&#160;
1º COLOCADO: Troféu e mini troféis para cada componente da equipe
2º COLOCADO: medalhas&#160;
3º COLOCADO: medalhas
&#160;
PREMIO SURPRESA:&#160;
Sorteio de um DVD KARAOKE entres os participantes que...]]></description>
         <pubDate>Mon, 06 Jun 2011 12:52:00 +0200</pubDate>
         <guid isPermaLink="true">http://trilhasdojequi.webnode.com.br/news/%201%c2%aa%20caminhada%20trekking%3a%20alferes%20tiradentes%20nas%20trilhas%20do%20jequitinhonha/</guid>
         <category>Blog</category>
         <content:encoded><![CDATA[<p><b>&#160;<span style="font-family: Arial,sans-serif;" class="Apple-style-span">1ª CAMINHADA TREKKING: ALFERES TIRADENTES NAS TRILHAS DO JEQUITINHONHA</span></b></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt;"><span style="font-size: 10pt;">REALIZAÇÃO 44º BPM - EQUIPE COORDENAÇÃO 1º TEN GILVAN 2º SGT LIMA E 3º SGT ANTUNES</span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt;"><span style="font-size: 10pt;">DIA 07/06/2011</span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt;"><span style="font-size: 10pt;">LOCAL: &#160;TRILHA DO JEQUITIBA.&#160;</span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt;"><span style="font-size: 10pt;">PERCURSO APROXIMADO: 15 KM</span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt;"><span style="font-size: 10pt;">EQUIPES PARTICIPANTES 12 EQUIPES.&#160;</span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt;"><span style="font-size: 10pt;">PREMIAÇÃO:&#160;</span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt;"><span style="font-size: 10pt;">1º COLOCADO: Troféu e mini troféis para cada componente da equipe</span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt;"><span style="font-size: 10pt;">2º COLOCADO: medalhas&#160;</span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt;"><span style="font-size: 10pt;">3º COLOCADO: medalhas</span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt;"><span style="font-size: 10pt;">&#160;</span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt;"><span style="font-size: 10pt;">PREMIO SURPRESA:&#160;</span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt;"><span style="font-size: 10pt;">Sorteio de um DVD KARAOKE entres os participantes que concluírem a atividade.</span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt;">&#160;</p>
<p>&#160;</p>]]></content:encoded>
      </item>
      <item>
         <title><![CDATA[CALENDÁRIO DE EVENTOS]]></title>
         <link>http://trilhasdojequi.webnode.com.br/news/calendario-de-eventos/</link>
         <description><![CDATA[PASSEIO A TRILHA DO ALAMBIQUE
&#160;
LOCAL DE ENCOTRO:&#160; Entrada do Aeroporto (churracaria loro e lora)
HORÁRIO: 06:30
&#160;
Saida pela rodovia ALMENARA/JORDANIA, sentido Mata Verde, entrada a esquerda em trilha de chão, com retorno ao bairro São Francisco na cidade de Almenara/MG]]></description>
         <pubDate>Sun, 06 Dec 2009 10:16:00 +0200</pubDate>
         <guid isPermaLink="true">http://trilhasdojequi.webnode.com.br/news/calendario-de-eventos/</guid>
         <category>Calend&aacute;rio de eventos</category>
         <content:encoded><![CDATA[<p><b>PASSEIO A TRILHA DO ALAMBIQUE</b></p>
<p>&#160;</p>
<p><b>LOCAL DE ENCOTRO:</b>&#160; Entrada do Aeroporto (churracaria loro e lora)</p>
<p><b>HORÁRIO:</b> 06:30</p>
<p>&#160;</p>
<p>Saida pela rodovia ALMENARA/JORDANIA, sentido Mata Verde, entrada a esquerda em trilha de chão, com retorno ao bairro São Francisco na cidade de Almenara/MG</p>]]></content:encoded>
      </item>
      <item>
         <title><![CDATA[DE PEQUENINO É QUE SE APRENDE O CAMINHO!]]></title>
         <link>http://trilhasdojequi.webnode.com.br/news/de-pequenino-e-que-se-aprende-o-caminho-/</link>
         <description><![CDATA[Uma das várias tarefas dos pais é ensinar os seus filhos a andar de bicicleta.
Em todos os níveis de ensino, há várias formas de fazê-lo e muitos pais vão sentir dúvidas de como proceder. Este artigo servirá para tentar ajudar esses pais, explicando quais as medidas a tomar e quando. Este artigo foca unicamente as capacidades básicas, tais como: pedalar, virar e equilíbrio. Pois estas são as capacidades necessárias para se poder conduzir uma bicicleta. É óbvio que haverá muito mais para apender...]]></description>
         <pubDate>Wed, 02 Dec 2009 16:58:00 +0200</pubDate>
         <guid isPermaLink="true">http://trilhasdojequi.webnode.com.br/news/de-pequenino-e-que-se-aprende-o-caminho-/</guid>
         <category>Novidades</category>
         <content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span serif="" roman="" new="" times="" style="font-size: 12pt;">Uma das várias tarefas dos pais é ensinar os seus filhos a andar de bicicleta.<br />
Em todos os níveis de ensino, há várias formas de fazê-lo e muitos pais vão sentir dúvidas de como proceder. Este artigo servirá para tentar ajudar esses pais, explicando quais as medidas a tomar e quando. Este artigo foca unicamente as capacidades básicas, tais como: pedalar, virar e equilíbrio. Pois estas são as capacidades necessárias para se poder conduzir uma bicicleta. É óbvio que haverá muito mais para apender do que estará neste artigo, mas também é importante dar uma especial atenção às primeiras abordagens das crianças com as bicicletas.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 15pt 0cm 0.0001pt; text-align: justify;"><b><span serif="" roman="" new="" times="" style="font-size: 13.5pt;">Triciclos</span></b></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span serif="" roman="" new="" times="" style="font-size: 12pt;">Para muitas crianças, a primeira apróximação que têm com uma bicicleta começa com os triciclos. Um triciclo ensina duas coisas à criança: virar e pedalar. Virar geralmente é a primeira capacidade a ser desenvolvida. Há algumas crianças que o conseguem fazer até antes de começar a andar. Assim que a criança já entende o conceito de virar, pode começar a usar os pedais. Eu acredito que os triciclos são mais apropriados para ser utilizados dentro de casa ou num terraço. Assim que a criança começe a pedalar com bastante eficácia e virar correctamente, é o momento certo para começar a andar numa bicicleta pequenina com "rodinhas" de apoio. Todas as crianças de 2 anos e meio já estão preparadas para uma bicicleta de roda 12 com "rodinhas". Já não é aconselhável uma criança desta idade continuar a conduzir triciclos, porque já irá dominar muito bem o triciclo e atingirá velocidades que serão perigosas para a segurança que tem o triciclo. Não quer dizer que as bicicletas não atingam iguais velocidades, mas ao menos têm travões! </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 15pt 0cm 0.0001pt; text-align: justify;"><b><span serif="" roman="" new="" times="" style="font-size: 13.5pt;">Ensinar o equilíbrio</span></b></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span serif="" roman="" new="" times="" style="font-size: 12pt;">Há três formas básicas de ensinar uma criança a equilibrar-se numa bicicleta de duas rodas: Com "rodinhas" de apoio, uma de cada lado; só com uma roda de apoio num dos lados, sem qualquer roda de apoio. Qualquer uma destas opções têm as suas vantagens, e obter-se-ão melhores resultados adoptando cada uma das técnicas consoante a evolução da criança.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 15pt 0cm 0.0001pt; text-align: justify;"><b><span serif="" roman="" new="" times="" style="font-size: 13.5pt;">Rodinhas de apoio</span></b></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span serif="" roman="" new="" times="" style="font-size: 12pt;">A maioria das bicicletas para crianças vêm equipadas com rodinhas de apoio, mas isso não quer dizer que é a única forma de uma criança aprender a andar de bicicleta, nem a melhor. As rodinhas são potencialmente a forma de aprendizagem menos dolorosa, mas também a mais lenta. Elas serão a melhor opção para uma primeira abordagem da bicicleta para a criança. Para se fazer um bom uso das rodinhas, terá de ir para um local plano, num passeio ou parque onde a criança possa pedalar sob vigilância. Uma bicicleta com rodinhas, pode até ser mais perigosa do que um triciclo pois a distância entre as rodinas é curta em relação à altura do selim. (comprando com um triciclo)<br />
Se a criança for muito rápido e virar de repente, pode cair para o lado. Por isso a presença dos pais é importante, para aconselhar a criança a não andar tão rápido e evitar outros potenciais perigos. A velocidade quando controlada não é tão perigosa. Mas as crianças ainda não têm noção dos seus limites nem do perigo.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 15pt 0cm 0.0001pt; text-align: justify;"><b><span serif="" roman="" new="" times="" style="font-size: 13.5pt;">Como usar as rodinhas</span></b></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span serif="" roman="" new="" times="" style="font-size: 12pt;">Já vi muitas crianças a usarem rodinhas que estavam instaladas incorretamente. A bicicleta deverá sempre inclinar um pouco para um dos lados. Se as duas rodinhas estiverem a tocar no chão ao mesmo tempo, haverá pouco peso na roda de trás da bicicleta o que poderá reduzir a tracção para zero. As rodinhas deverão estar instaladas de forma a que permita que a bicicleta adorne para um lado e para o outro.<br />
Depois da criança estar habituada a pedalar, virar e travar, as rodinhas deverão ficar mais distantes do solo. Convém não dizer nada à criança, que protestaria. A bicicleta ficará menos estável e a criança evoluirá gradualmente.<br />
Também poderá retirar uma das rodinhas e assim a criança sentirá a ausência de apoio de um dos lado e vê-se obrigada a equilibrar-se.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 15pt 0cm 0.0001pt; text-align: justify;"><b><span serif="" roman="" new="" times="" style="font-size: 13.5pt;">Correr ao lado</span></b></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span serif="" roman="" new="" times="" style="font-size: 12pt;">A forma tradicional de ensinar a andar de bicicleta correndo ao lado da criança segurando-a, continua a ser o melhor e mais rápido método.Deve-se segurar a criança pelo ombro e acompanhá-la a correr. <b>É importante que o pai não segure no guiador</b>. A criança nunca aprenderá a conduzir uma bicicleta se não for ela a comandar a bicicleta. Se lhe segurarem na bicicleta, ela nunca aprenderá a equilibrar a bicicleta.<br />
Por sua vez ao segurar pelo ombro, a criança irá inclinar-se para um lado e ao sentir a pressão lateral, irá compensar inclinando-se para o lado contrário sucessivamente.<br />
Convém fazê-lo num parque amplo, liso e sem inclinação. Os pais não deverão influênciar a trajectória que a bicicleta leva, tem de ser a criança a virar para onde quer ir. Esta tarefa não vai ser muito divertida para os pais, especialmente se forem altos, pois terão de se inclinar bastante para segurarem a criança pelo ombro.<br />
A maioria das crianças começa a conseguir equilibrar-se nas bicicletas aos 6 anos. Mas se elas forem ajudadas pelos pais, conseguem-no bastante mais cedo.<br />
A minha filha começou a conduzir a bicicleta sozinha quando estava quase a fazer 4 anos. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><b><span serif="" roman="" new="" times="" style="font-size: 13.5pt;">Utilizar uma bicicleta "demasiado" pequena</span></b></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span serif="" roman="" new="" times="" style="font-size: 12pt;">O ideal para se aprender a andar de bicicleta, seja para uma criança, seja para um adulto, será utilizando uma bicicleta mais pequena do que aquela que seria a aconselhável. Isto porque quando se quer aprender, tem de se conseguir pôr ambos os pês no chão sem sair do selim e ter os joelhos ligeiramente flectidos.<br />
Até poderá retirar os pedais à bicicleta. Desta forma a criança andará com os pés no chão e só se preocupará em virar e equilibrar ao "andar com os pés no chão.<br />
Convém que a bicicleta tenha pelo menos um travão no guiador e assim a criança não precisa de travar com os pés no chão.<br />
Mas infelizmente é dificil para bastantes pais, investirem numa bicicleta pequenina que só servirá para pouco tempo. Geralmente a tentação é comprar uma bicicleta maior, pois acompanhará durante mais tempo o crescimento da criança.<br />
No entanto o resultado imediato, é que a criança não se sentirá minimamente confortável.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 15pt 0cm 0.0001pt; text-align: justify;"><b><span serif="" roman="" new="" times="" style="font-size: 13.5pt;">Equipamento de protecção</span></b></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span serif="" roman="" new="" times="" style="font-size: 12pt;">Os pais deverão encorajar as crianças a usar protecções desde o início. Quando comprar uma bicicleta é obrigatória também a compra de um capacete.<br />
Se a criança desde o início compreender que é obrigatório o uso de capacete, mais tarde não vai recusá-lo.<br />
Também as luvas e as joelheiras, serão protecções bastante importantes para as crianças que estão a aprender a andar de bicicleta. Uma criança que cai e magoua-se, vai abandonar a bicicleta e terá uma evolução lenta derivado ao medo.<br />
As crianças adoram ter as suas próprias luvas de bicicleta, sentem-se especiais e será muito mais útil do que oferecerem cestos ou campaínhas para colocar nas bicicletas.<br />
quando a minha filha começou a andar comprei-lhe umas luvas e ela ficou toda contente, pois já há luvas com bonecos de desenhos animados com os quais eles se identificam, ou gostam muito.<br />
Numa das primeiras vezes que andava no parque já sem rodinhas, caíu. Levantou-se de imediato e continuou a andar. Quando parámos um pouco para beber água, reparei nas marcas que estavam na luva e pensei que se não as tivesse, ficaria a chorar por ter raspado a palma da mão. E o mais provável seria não querer andar de bicicleta o resto da tarde nem nos dias seguintes.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 15pt 0cm 0.0001pt; text-align: justify;"><b><span serif="" roman="" new="" times="" style="font-size: 13.5pt;">Travões</span></b></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span serif="" roman="" new="" times="" style="font-size: 12pt;">Algumas bicicletas do mercado Europeu vêm equipadas com travões <i>coaster</i>. Este tipo de travão funciona quando a criança gira os pedais para trás. Este tipo de produto é muito usado nos Estados Unidos da América.<br />
Estes travões têm as suas vantagens:<br />
As crianças têm mãos pequenas e fraquinhas, por isso têm dificuldade em fazer força nas manetes dos travões no guiador;<br />
Os travões poderão estragar-se facilmente numa bicicleta de criança se estes não tiverem manutenção, pois as crianças dão um uso bastante duro às bicicletas.<br />
<br />
Mas os "travões de mão" também têm as suas vantagens:<br />
As crianças que estão a aprender, vão querer pôr os pés no chão quando sentirem que perderam o equilibrio e que podem cair. Numa bicicleta com travões <i>coaster</i> isto traduzir-se-ia em que não poderia travar;<br />
Outra razão é que crianças habituadas a travar com os pés, depois vão demorar algum tempo até se habituarem a travar com as mãos.<br />
<br />
A solução ideal seria ter uma bicicleta com travões <i>coaster</i> e no guiador.<br />
Mas geralmente na Europa as criança aprendem logo com travões com as manetes no guiador.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 15pt 0cm 0.0001pt; text-align: justify;"><b><span serif="" roman="" new="" times="" style="font-size: 13.5pt;">Paciência</span></b></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span serif="" roman="" new="" times="" style="font-size: 12pt;">como já referi, a idade das crianças atingirem o seu equilíbrio a andar de bicicleta varia entre os 4 e os 9 anos. Geralmente com 6 anos já estão aptas. Mas é importante não pressionar demasiado as crianças. Excesso de pressão poderá retirar à criança toda a diversão de andar de bicicleta. Tem de se permitir que a criança evolua naturalmente. Esteja atento aos sinais que indicam que a criança já está apta para passar para a faze seguinte. Por exemplo eu resolvi retirar as rodinhas à minha filha com 4 anos, pois ela já anda de bicicleta a olhar para trás, sem mãos. Logo se a deixasse andar muito mais tempo com rodinhas, ela ficaria com maus hábitos que seriam prejudiciais.<br />
Quando lhe retirei as rodinhas, ela não gostou pois deixou de sentir o conforto que tinha anteriormente e foi preciso bastante apoio moral da minha parte para a convencer que as rodinhas já não faziam falta e que ela tinha de passar a andar assim.<br />
Seguindo a evolução da criança e tomando as acções correctas nos momentos certos, a evolução será rápida e poderão disfrutar das bicicletas em família desde cedo.<br />
Boas pedaladas.</span></p>]]></content:encoded>
      </item>
      <item>
         <title><![CDATA[Como escolher o pneu para minha Bike?]]></title>
         <link>http://trilhasdojequi.webnode.com.br/news/not-iacute-cia-aos-visitantes/</link>
         <description><![CDATA[- Existem pneus comuns e os de kevlar. Na verdade, o pneu nãó é feito "de kevlar", como já ouvi dizerem. Nestes, o arame existente na banda para fixação do pneu ao aro é substituído por um fio grosso de kevlar, que torna o pneu "dobrável" e mais leve, pois o fio de aramida (kevlar) é mais leve que o de metal. Normalmente os pneus "de kevlar" pesam cerca de 15 a 20% menos do que seus irmãos de arame.

-O TPI, ou threads per inch, nada tem a ver com o pneu ser ou não de kevlar. Um pneu é formado...]]></description>
         <pubDate>Tue, 24 Nov 2009 01:45:00 +0200</pubDate>
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         <category>Novidades</category>
         <content:encoded><![CDATA[<p>- Existem pneus comuns e os de kevlar. Na verdade, o pneu nãó é feito "de kevlar", como já ouvi dizerem. Nestes, o arame existente na banda para fixação do pneu ao aro é substituído por um fio grosso de kevlar, que torna o pneu "dobrável" e mais leve, pois o fio de aramida (kevlar) é mais leve que o de metal. Normalmente os pneus "de kevlar" pesam cerca de 15 a 20% menos do que seus irmãos de arame.</p>
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-O TPI, ou threads per inch, nada tem a ver com o pneu ser ou não de kevlar. Um pneu é formado pela reunião de fios de nylon em sua carcaça, entrelaçados, que depois recebem uma camada de borracha. Pensem nos lençois de sua casa. Não existem aqueles com 100 fios, 180 fios e até 200 fios? Nos lençois, isto quer dizer que, a cada centímetro quadrado, 200 ou menos fios estão se entrelaçando (e quanto mais fios, mais caro o lençol). No pneu é a mesma coisa. TPI é o número de fios de nylon que se entrelaçam na carcaça do pneu a cada polegada quadrada.<br />
Os pneus "de nylon" (na verdade todos são), melhor dizendo, comuns, não de kevlar, normalmente possuem 66 tpi; os de kevlar, normalmente 120 tpi. É possível que um pneu sem ser de kevlar também possua 120 tpi, mas isso não é normal. Na verdade, as fábricas deixam o maior número de tpis para seus pneus de alto nível, que já são caros por natureza, pela adoção do Kevlar no encaixe da banda. Voltemos, pois, aos tpi. O maior número de tpis, assim como nos lençóis, aumenta o preço do pneu, pela maior utilização de material e dificuldade na fabricação. Como o pneu com menos tpi tem a mesma banda de rodagem daquele com mais tpi, fica fácil imaginar que o espaço que, no de alto tpi, é preenchido com um maior número de fios de nylon, no de menor tpi será preenchido com outra coisa. Que coisa é essa? Borracha. Os pneus com menos tpi, portanto, são mais "borrachudos" e, consequentemente, mais resistentes a furos e cortes. Afinal, onde existe um frágil fio de nylon nos de alto tpi, nos de pouco existe borracha.<br />
Não é de se estranhar, pois, que pessoas reclamem que o Maxxis de Kevlar, por exemplo, fure mais que o comum. Os pneus "de Kevlar" são menos resistentes a furos e rasgos. Não é por outro motivo que algumas fábricas, entenda-se, Specialized, crie penus de kevlar, mas onde o kevlar está não apenas no "arame" da banda, mas na banda em si, para melhor resistência a furos (a linha chama-se Armadillo). Qual a vantagem, então, do uso de um pneu de alto tpi (normalmente os que são de kevlar)? O peso menor, já ressaltado, é uma grande vantagem (pelo kevlar), mas não a maior delas. Na verdade, como o pneu de alto tpi possui mais fios e menos borracha em sua composição, ele é mais flexível. Sendo mais flexível, ele tem um ride completamente diferente do comum, entenda-se, muito mais confortável, já que ele se amolda melhor ao terreno. Outra vantagem, também, é a melhor tração, justamente pelo melhor amolde ao terreno.</p>
<p>- Por falar em tração, tpi e kevlar também não tem nada a ver com "durometer" ou dureza da borracha. Quanto mais dura a borracha, mais o pneu dura, desculpem o trocadilho; quanto mais mole, menos dura, mas mais traciona. Antigamente todos os pneus usavam borrachas duras. A Specialized, no início dos anos 90, colocou no mercado pneus muito bons, com borrachas muito moles, mas que acabavam mais rápido que um piscar de olhos (chamavam-se Umma Gumma). Hoje, nos pneus top de linhas, fábricas costumam usar borracha mais dura no centro, para melhor durabilidade, e mole nas laterais, para melhor grip em curvas (exemplo: Bontrager Jones XR TR. Aliás, o Bontrager Jones XR TR é um exemplo de pneu que, comparado com sua versão comum, o Jones XR, tem tudo que eu falei. Enquanto o comum tem borracha dura, 66 tpi e fios de arame, o TR possui fios de kevlar, 120 tpi e borrachas de duas densidades diferentes na sua carcaça. Claro, o comum custa 18 dólares, o TR 40).</p>
<p>- Por falar em Jones, vai outra informação. Não acreditem nas larguras indicadas pelos fabricantes, pois cada um mede de um modo diferente, assim como tamanho de bicicleta. Um bom site para descobrir o real tamanho dos pneus é o mtbtire.com. Lá irão desbobrir, por exemplo, que o Jones XR, apesar de designado pelo fabricante como 2,2, é 2,0, assim como o Tioga Factory Extreme 2,1 é, na verdade, 1,98.</p>
<p>- Por falar em tamanhos, saibam também que a largura do aro influencia no tamanho do pneu. O aro com parede mais larga faz com que o pneu fique mais "quadrado", tornando-o, também, mais largo. Um Maxxis 1,95 num aro, portanto, pode virar 2.0 em outro.</p>
<p>- Pressão nos pneus. É fato que uma maior pressão aumenta a rolagem, pois a área de contato com o solo se torna menor. Fato inquestionável? Bem, há um artigo no site da Shwallbe que diz que isso só é verdade em estradões, pois na trilha, a maior área de contato permite um menor desperdício e energia, fazendo com que o ciclista produza mais watts.</p>
<p>- Pneus de tamanhos diferentes, como indicado no tópico anterior. Já perceberam que, numa trilha técnica, enquanto sua roda da frente estiver na linha, a de trás pode assumir qualquer uma que não faz diferença? Isso ocorre porque - parece óbvio - o controle está todo na frente. Ou seja, pneu maior é na frente, não atrás, pois na frente o pneu não te "agarrará" pela maior rolagem, mas te dará maior controle e, de quebra, absorção de impactos.</p>
<p>- Por falar em absorção de impactos, está virando uma moda ultimamente os pneus de grande volume. O grande volume é grande volume de ar mesmo, não tem nada a ver com a largura do pneu. Normalmente esses pneus são mais altos, não mais largos. A vantagem, dizem os fabricantes, é possibilitar o uso de menores pressões sem correr o risco do "snake bite", ou mordida de câmara.</p>
<p>- Por falar em câmara, também virou moda os pneus sem. A vatagem não está no peso, mas na menor pressão que se usa, o que aumenta a tração. Ah, existe também a vatagem de ele ser menos propenso a furos! Meia verdade. Na verdade, os pneus tubeless costumam ser mais pesados e mais "borrachudos" e, consequentemente, furam menos. Meia veradade porque virou uma moda usar o "no tubes" em pneus de kevlar levíssimos que se rasgam muito facilmente. E para rasgos, não tem stan dentro do pneu que segure. Eu, sinceramente, ainda não me convenci das vantagens do pneu sem câmara...Por precaução, rolo com pneus de kevlar com câmaras ultraleves e, na roda traseira, inclusive com mr tuffy. Afinal, o que irá te deixar para trás, 100 gramas a menos na roda, que devem ter roubar, sei lá, 1 watt, ou um pneu furado?</p>
<p>Texto escrito por AlexSP</p>
<p>Modificações do próprio Alex:</p>
<p>Hj eu faria algumas alterações nesse texto, por exemplo a tecnologia tubeless e No Tubes evoluíram mto e funcionam bem. A maior vantagem é poder usar menos pressão (maior conforto e controle) e não sofre furos snake bite. De qualquer forma, precisa levar uma câmara, em caso de emergência.<br />
<br />
Várias marcas tb evoluíram a proteção contra furos de seus pneus, e lançaram novos compostos de borracha que valeria a pena falar. Tb não uso mais Mr. Tuffy, nem na speed nem na MTB (na verdade, deixei de usar até bem antes de escrever esse texto). Hj de vez em qdo eu uso o SpinSkinz, que é um Mr. Tuffy ultra-leve e bem mais fino. Mas só nas rodas de treino, pq na de competição eu uso o No Tubes mesmo.</p>
<p>Retirado de <a href="http://www.pedal.com.br/forum/forum_posts.asp?TID=1409" target="_blank">http://www.pedal.com.br/forum/forum_posts.asp?TID=1409</a> &#160;</p>
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         <title><![CDATA[Novo evento]]></title>
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         <description><![CDATA[Essa &eacute; uma descri&ccedil;&atilde;o de evento. Voc&ecirc; pode editar essa descri&ccedil;&atilde;o como desejar ou remover o evento completo.]]></description>
         <pubDate>Tue, 24 Nov 2009 01:44:26 +0200</pubDate>
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         <category>Calend&aacute;rio de eventos</category>
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